Mostrando postagens com marcador história. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador história. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Clube dos Cutubas: Patrimônio Cultural de Leopoldina-MG

     
     A Casa de Leitura Lya Botelho recebeu no dia 05 de julho a visita dos Srs. Elpídio Rodrigues, Antonio Jorge Ramos de Oliveira e Waldir de Paula, do Conselho Administrativo e Consultivo do tradicional Clube dos Cutubas, de Leopoldina-MG.

Maria Lucia Braga, Coordenadora da Casa de Leitura Lya Botelho e o Sr. Waldir de Paula, do Conselho Deliberativo do Clube dos Cutubas

     Esse grupo veio entregar aos Coordenadores da Casa de Leitura Lya Botelho, Maria Lucia Braga e Alexandre Moreira, a título de empréstimo, o 1º dos livros Ata que registram a história dessa agremiação para ser digitalizado dentro do Módulo 1: "A participação do Negro na construção sócio, política, econômica e cultural de Leopoldina", do PROJETO MEMÓRIA E PATRIMÔNIO: LEOPOLDINA-MG.


     A Casa de Leitura Lya Botelho, com o apoio da Fundação Ormeo Junqueira Botelho e o patrocínio da ENERGISA, irá digitalizar todos os Livros Ata ainda existentes, bem como as fotos da Galeria dos Presidentes daquele clube cuja fundação remonta o ano de 1925.

Os Srs. Elpidio Rodrigues, Antonio Jorge Ramos de Oliveira e Waldir de Paula, da Diretoria do Clube dos Cutubas, com Alexandre Carlos Moreira, Coordenador da Casa de Leitura Lya Botelho

     Esse material digitalizado será disponibilizado no Memorial Leopoldina, a ser criado pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho, e cópia dele será entregue à diretoria do Clube dos Cutubas para ser arquivada junto com os livros originais.


     Preservar é manter vivos os elementos que contam a História e o Clube dos Cutubas definitivamente integra o Patrimônio Cultural de Leopoldina-MG.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

África: um certo olhar



     O PROJETO MEMÓRIA E PATRIMÔNIO: LEOPOLDINA-MG iniciado há apenas uma semana vai crescendo, tomando forma e se tornando conhecido da população de Leopoldina,MG.

     Resgatar o patrimônio é fazer notar o que a cidade e o município possuem de mais significativo para os seus cidadãos, bem como destacar o que cria a identidade de uma comunidade. Preservação, resgate, conservação, tombamento, bens culturais, memória oral são algumas das palavras e expressões usadas quando o assunto versa sobre tudo aquilo que forma um "retrato" da evolução histórica de uma cidade, dos seus habitantes, do seus costumes, suas festas, seus monumentos e casas, tudo, enfim, que os fazem orgulhosos do local onde vivem.

     Tradição também é um dos aspectos importantes quando se busca identificar o que deve, acima de tudo, ser preservado. Isso não significa uma atitude retrógrada ou um comportamento arcaico, mas uma tomada de consciência das raízes comuns que nos dão o sentimento de "pertencermos" a uma família, um grupo social, uma etnia, religião, um pedaço de terra.

     O PROJETO MEMÓRIA E PATRIMÔNIO: LEOPOLDINA-MG, desenvolvido pela Casa de Leitura Lya Botelho, com o apoio da Fundação Ormeo Junqueira Botelho e o patrocínio da ENERGISA, visa envolver os alunos das escolas públicas e particulares, bem como toda a população local, nesse reencontro com suas raízes, suas tradições, sua verdadeira identidade através do reconhecimento dos bens materiais e imateriais que compõem Leopoldina em seus aspectos mais simbólicos.

     O Projeto, dividido em 5 partes, iniciou seu 1º Módulo, que versa sobre a presença e a participação do Negro na construção e desenvolvimento sócio, econômico, político e cultural de Leopoldina, com uma Mostra de filmes denominada "O Negro no Cinema Norte-Americano", quando 6 filmes considerados clássicos sobre a participação do Negro na sociedade norte-americana, foram exibidos.

     Para o mês de julho, entre outras atividades relacionadas aos aspectos da cultura afrobrasileira, acontecerá a Mostra "ÁFRICA: UM CERTOOLHAR", com uma seleção de filmes produzidos no continente africano, dirigido e atuado por africanos, sobre temas africanos. Não é, portanto, um olhar eurocêntrico sobre o chamado Continente Negro, mas a visão dos artistas locais sobre seus valores, sua cultura, seus problemas e as maneiras usadas na superação dos mesmos.




     Durante a semana de 8 (domingo) a 14 (sábado) de julho, sempre às 19:30h, a Casa de Leitura Lya Botelho estará exibindo 7 filmes de fição escritos, dirigidos e atuados por africanos de países diversos que proporcionarão um maior contato e uma  melhor visão sobre o cinema produzido naquele continente e os assuntos que mais impressionam e incentivam os seus artistas narrarem.   


     Necessário se faz agradecer o generoso apoio da Embaixada da França no Brasil, do Institut Français e da Cinemateca da Embaixada da França, através do seu responsável, Sr. Thomas Sparfel, que generosamente cederam os filmes para que fossem exibidos. Os agradecimentos da Casa de Leitura Lya Botelho se estendem também à ENERGISA, uma empresa interessada na mais ampla promoção da cultura e do seu acesso a todos. À Fundação Ormeo Junqueira Botelho, através de sua presidente, Sra. Monica Pérez Botelho, pelo constante apoio e incentivo às ações elaboradas pela Casa de Leitura Lya Botelho, o nosso muito obrigado.


SERVIÇO:
O que: Mostra de Cinema Africano "ÁFRICA, UM CERTO OLHAR"
Quando: de 8 a 14 de julho de 2012
Horário: 19:30h
Onde: Casa de Leitura Lya Botelho (R. José Peres, 4 / Leopoldina-MG)
Entrada Grátis
Censura: favor confirmar a cada dia do evento

quarta-feira, 20 de junho de 2012

A busca da verdade: "Mississipi em Chamas"


     Nesta quarta-feira, às 19:30h, estará sendo exibido, na Casa De Leitura Lya Botelho, o filme MISSISSIPI EM CHAMAS (Mississipi Burning) que conta a história (verídica) acontecida em 1964, no estado do Mississipi, um dos mais preconceituosos estados do sul dos Estados Unidos.

      Rupert Anderson (Gene Hackman) e Alan Ward (Willem Dafoe), dois agentes do FBI, investigam a morte de três militantes dos direitos civis em uma pequena cidade onde a segregação divide a população em brancos e negros e a violência contra os estes últimos é uma tônica constante. 


     Durante o Verão da Liberdade, em que estudantes universitários do norte dos Estados Unidos partiram para o sul segregacionista na missão de inscrever os negros para eleição, três jovens ativistas dos "Direitos Humanos" desaparecem misteriosamente. Dois agentes federais, um recém-formado, interpretado por Willem Defoe e outro veterano do sul, feito por Gene Hackman, são designados para desvendar o caso. No dia anterior à sua chegada, havia sido incendiada uma igreja onde os negros congregavam, e ao chegarem na cidade, durante a investigação, puderam perceber o racismo que exalava dos brancos e subjugava à força os negros. Estava infiltrado na Polícia local, na igreja, em todos os lares.

      Este filme faz parte da Mostra "O Negro no Cinema Norte-Americano", que acontece nesta semana na Casa de Leitura Lya Botelho, dentro do Módulo 1 ("A Contribuição do Negro na vida sócio, política, econômica e cultural de Leopoldina") do PROJETO MEMÓRIA E PATRIMÔNIO: LEOPODINA-MG.

SERVIÇO:
Filme: "Mississipi em Chamas", com Gene Hackman e William Dafoe
Quando, hoje, dia 20 de junho, quarta-feira
Horário: 19:30h
Local: Casa de Leitura Lya Botelho (R. José Peres, 4 / Leopoldina-MG
Entrada Grátis:
CENSURA: 16 ANOS ( A Coordenadoria da Casa de Leitura Lya Botelho se reserva o direito de solicitar documento de identidade original para a comprovação de idade)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Curso de Introdução à Religiosidade de Matrizes Africanas, em Cataguases-MG

   

     Com a chancela da UNEGRO,  o apoio da Fundação Ormeo Junqueira Botelho e patrocínio da ENERGISA, além da presença de representantes de diversas organizações de afrodescendentes, professores e estudantes de História, a Coordenadora de Assuntos Religiosos da UNEGRO-União de Negros pela Igualdade, Iyanifá Ifadàará Nylsya dos Santos, de Belo Horizonte-MG ministrou, no Centro Cultural Humberto Mauro (Cataguases-MG) um Curso de Introdução à Religiosidade de Matrizes Africanas.

     O evento ocorreu no último sábado, dia 2 de junho, com uma carga horária de 8 horas, que mostraram serem poucas diante da grande cultura e facilidade de comunicação demonstradas pela ministrante, e devido ao enorme interesse pelo assunto demonstrado pela audiência.

     Tendo realizado os ritos finais de sua formação como sacerdotisa dos rituais religiosos de matriz africana, Nylsya dos Santos fez um retrospecto tanto antropológico como sociológico do surgimento, evolução e diáspora da raça negra, e o impacto da sua cultura na de outros povos, especialmente o europeu e o brasileiro.

     Sua aula abrangeu as diferenças e similitudes entre o Catolicismo, o Judaísmo e o Islamismo com as religiões oriundas do continente africano. Inclusive o surgimento de uma religião tipicamente brasileira, a Umbanda, com determinados ritos e divindades de inspiração africana e largo sincretismo com a religião católica, foi tema de esclarecedoras explicações da palestrante.

     O preconceito sofrido pelos adeptos dessas religiões consideradas "primitivas", em muito reside no fato de nos esquecermos que "primitivo" é sinônimo de "primeiro", "primevo", aquilo que existe de forma mais pura, inicial, sem os acrécimos e subtrações que a, assim chamada "civilização", causa.

     Num país como o nosso, onde a população negra é numéricamente muito expressiva, e cuja cultura influenciou de forma muito significativa a cultura eurocêntrica implantada, à força, pelos colonizadores, a oportunidade de estabelecer comparações, reconhecer fatos e respeitar diferenças, é de enorme valia e, certamente, colabora para que não vivamos na "cegueira branca", conforme Saramago.

     A Iyanifá Ifadàará, Nylsya dos Santos, a convite da Presidenta Dilma Roussef, ocupará, a partir da próxima semana, uma das cadeiras do Conselho do Ministério da Assistência Social e do Trabalho, em Brasília, representando a UNEGRO.

     Parabéns a todos os envolvidos na vinda dessa especialista em religiosidade africana e que outras possibilidades de aprendizagem e troca de informações, como essa, continuem a acontecer na nossa região.


Obs.: Na foto, o cineasta leopoldinense Lucas Mendonça e um dos coordenadores da Casa de Leitura Lya Botelho, Alexandre Moreira.

sábado, 2 de junho de 2012

Reunião ( I )


     Dia de reunião na Casa de Leitura Lya Botelho.

     Maria Lucia Braga e Alexandre Moreira, coordenadores do espaço criado pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho e mantido pela ENERGISA, estiveram reunidos com a pesquisadora e professora de História, Natania Aparecida Nogueira e com o cineasta, Lucas Mendonça, graduado pela PUC-RIO e que serão os responsáveis pelas Oficinas de Pesquisa, Roteiro, Filmagem e Edição, que acontecerão a partir de agosto, na Casa de Leitura Lya Botelho.

     Essas oficinas, oferecidas aos alunos do Ensino Médio  matriculados nas escolas públicas e particulares de Leopoldina, serão realizadas nos meses de Agosto, Setembro e Outubro e irão propiciar o conhecimento necessário para a produção de 5 curtas-metragens sobre aspectos do Patrimônio Histórico, material e imaterial da cidade. Esse material será apresentado, em primeira mão ao público, no dia em que é lembrado Zumbi dos Palmares, 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra, e farão parte do acervo do Memorial Leopoldina.

     A professora Natania também estará participando da programação dos eventos paralelos desse Projeto com "O Negro e os Movimentos Sociais nas Histórias em Quadrinhos", uma oficina para professores e supervisores da rede escolar do município, e demais interessados, dia 22 de Junho, sexta-feira, das 14:00 às 17:00h. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas, por e-mail, fornecendo nome, função/cargo, telefone de contato: casadeleitura@gmail.com

     Enquanto isso, o cineasta Lucas Mendonça estará fazendo a curadoria dos filmes e documentários que serão exibidos, de Junho a Novembro, abordando assuntos decorrentes dos temas propostos pelo projeto. Uma seleção de grandes nomes do cinema nacional e internacional, que escreveram e produziram filmes abordando a questão do Negro, seus mitos e heróis, sua cultura e personagens ilustres, mas que não deixaram de lado temas complexos como a discriminação, o preconceito e suas, quase sempre trágicas, consequências,fazem parte desse verdadeiro festival de cinema.

     E assim continuam as reuniões, os contatos, os encontros, as discussões, tudo objetivando fazer desse Projeto uma verdadeira aula de cidadania para todos e uma oportunidade para os nossos estudantes participarem, ativamente, desse resgate de uma importante parcela da história da nossa cidade e região.

Lideranças ( I )



     Quem esteve na manhã de ontem, dia 31 de maio, na Casa de Leitura Lya Botelho, foi o Sr. Amaury Santos, ativo membro da comunidade negra de Leopoldina, a convite dos Coordenadores Maria Lucia Braga e Alexandre Moreira.

     Foi feita uma apresentação de todo o Projeto Memória Leopoldina (Módulo 1) para o ilustre convidado, inclusive do conteúdo pedagógico do mesmo, bem como da extensa programação de atividades que envolverão, não apenas as escolas públicas e particulares do município, mas todos os seus cidadãos.

     O que a Coordenadoria da Casa de Leitura Lya Botelho pretende é, através dos Módulos constituintes desse amplo Projeto de Memória Leopoldina, pesquisar, organizar e formatar conteúdos que preservem a nossa história, através de todos os elementos que a compõem. Portanto, num espectro de múltiplas possibilidades, decidiu-se iniciar pelo módulo que abrange uma das maiores etnias do local, os negros.

     Representando mais de 60% da população de Leopoldina, a comunidade negro carrega consigo um legado histórico de valor inestimável e sua participação na construção sócio-econômica-cultural do município deve receber o mérito devido. Desejamos, portanto, que as lideranças negras, os líderes comunitários, representantes de órgãos públicos, cientistas sociais, antropólogos, historiadores, produtores culturais, se aglutinem em torno desse Projeto e tragam a sua contribuição efetiva para esse nascente acervo. Que os nossos estudantes, representantes das novas gerações de leopoldinenses, possam sentir que a história oral e escrita, os fatos documentados ou lembrados, são cuidadosamente preservados e zelosamente transmitidos pelos guardiães dessas informações, num processo contínuo, que flui com o rio da história.

     Outros Módulos certamente virão, cada um abordando um dos aspectos constituintes do mosaico que é o nosso Patrimônio Cultural. Ao final, teremos atualizado e enriquecido o acervo da nossa história, com novos dados e conteúdos, propiciando a criação de um verdadeiro e merecido Memorial para a nossa cidade.


sexta-feira, 1 de junho de 2012

O Projeto

 

     Junho começando e a Coordenação da Casa de Leitura Lya Botelho, de Leopoldina-MG, iniciando um novo Projeto, desenhado para que possa incentivar nos alunos do Ensino Médio das escolas da rede pública e particular do Município de Leopoldina-MG, a pesquisa, coleta de dados, organização e elaboração de conteúdos para a construção de um "Memorial Leopoldina", onde se preserve a história do nosso povo, da nossa gente.

     Enquanto Projeto, visa atender  alguns requisitos:
  1. incentivar aos alunos das escolas públicas e particulares de Leopoldina, e seus distritos, à pesquisa, ao conhecimento e valorização do seu Patrimônio Histórico, tanto material quanto imaterial;
  2. formar um acervo de documentários, gravações, depoimentos, fotografia e documentos vários sobre a contribuição do negro à formação e à cultura leopoldinense;
  3. proporcionar aos alunos do Ensino Médio das escolas públicas e particulares de Leopoldina, o conhecimento da teoria e prática da filmagem/gravação documental; proporcionar condições para que esses alunos tenham estejam munidos de informações e material necessário para realizarem suas pesquisas, fazerem as entrevistas e produzirem seus documentários;
  4. incentivar a leituram disponibilizando uma biblioteca, para leitores entre 7 e 16 anos, de títulos voltados à questão da identidade racial;
  5. oficinas de artes, artesanato, culinária para os alunos da rede de ensino, pública e particular, de Leopoldina-MG;
  6. estimular a ampliação desse debate através de palestras e mesas de debate com antropólogos, sociólogos, historiadores, lideres ativistas locais e a comunidade em geral;
  7. proporcionar uma ampla discussão sobre o papel do negro dentro da sociedade através de uma seleção de filmes de ficção e documentários, a serem exibidos os alunos das escolas públicas e priovadas do município, grupos e associações, e demais membros da sociedade;
  8. promover o resgate e a divulgação da cultura dos afrodescendentes através de espetáculos de dança, saraus literários, de apresentações de grupos folclóricos, de grupos musicais, do conhecimento da reliosidade afro-brasileira, da exposição do artesanato e das demonstrações de capoeiristas;
  9. abrir espaço para a discussão da aplicação da Lei nº 10.639, aprovada em 2003 pelo Congresso Nacional, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, tornando obrigatório o ensino de história e cultura da África e das populações negras brasileiras nas escolas de ensino fundamental e médio de todo o país; 
  10. e, finalmente, através dessas e outras ações paralelas, proporcionar, aos afrodescendentes e à populção local, o reconhecimento do valor e importância da contribuição negra para o município, região, estado e país, como um Patrimônio a ser preservado e constantemente acrescido e lembrado.
      Trabalhando diretamente com a Coordenadoria da Casa de Leitura Lya Botelho, na realização de Oficinas para a criação dos vídeos documentais, está a Profª Natania Aparecida da Silva Nogueira, pesquisadora, autora e professora de História, e Lucas Mendonça, graduado em Cinema pela PUC-RIO.

     Esse Projeto de Resgate da Memória de Leopoldina-MG surge da identificação de ainda existirem grandes áreas  passíveis de  aprofundamento do conhecimento, quando se trata da memória individual e coletiva, bem como da história, do Município de Leopoldina. Acreditamos que esse trabalho de pesquisa, catalogação, arquivamento, exposição e divulgação do Patrimônio Cultural, material e imaterial da cidade, poderia receber a valiosa e ativa colaboração dos seus próprios habitantes, neste caso, dos estudantes do Ensino Médio das escolas locais. Através de Oficinas de Documentário e de Redação, Palestras sobre temas específicos, Mostras temáticas de filmes, criação de dispositivos de Divulgação (site, blog, transmissão de vídeo on-line, programas radiofônicos, etc) e demais Ações Paralelas (shows musicais, lançamentos de livros, visitas monitoradas, etc), esses jovens cidadãos pudessem sentir-se motivados a resgatar a própria história através de um maior conhecimento, advindo da discussão das suas próprias raízes.


     Todo cidadão da nossa comunidade está, desde já, convidado a participar e trazer sua colaboração para este Módulo 1, do Projeto (que é constituído de outros módulos ou etapas a serem realizadas no futuro), e que se encerrará com uma grande mostra a acontecer entre os dias 20 e 25 de novembro, na Casa de Leitura Lya Botelho.